Vale a pena conferir o ensaio da fotógrafa Rachel Papo, que aos 18 anos serviu à Força Aérea Israelense como fotógrafa. Agora, em 2008, esse trabalho foi colocado como obra permanente no The Museum of Contemporary Photography, em Chicago.
Estes dois anos de intenso serviço à Força inspirou seu atual projeto fotográfico, intitulado Serial No. 3817131., seu número de identificação durante esse período. Papo começou a seu trabalho em 2004, fotografando soldadas israelenses para sua tese de mestrado
Um novo documentário sobre heavy metal está para ser lançado. Quando? Agora em novembro. Global Metal é um documentário dirigido por Sam Dunn e Scot McFadyen, os mesmos do premiado Metal: A Headbanger's Journey (2005), que tratará do estilo musical em diversas nacionalidades.
O primeiro filme nos revela o que é esse estilo tão comentado e marginalizado, quando começou, primeiras bandas; um grande mada do mundo do heavy metal e seus sub-gêneros. Entrevistas com diversas bandas de diversos estilos diferentes - como death metal, thrash metal, black metal - nos ajudam a entender um pouco mais da cultura heavy metal.
Metal: A Headbanger's Journey é um dos documentários que mais gosto, muito bem porduzido, pesquisado e finalizado. Talvez o único problema seja ter menos de duas horas de duração, poderia ter cerca de 5 horas facilmente.
Agora, com Global Metal poderemos ver um pouco mais sobre o estilo com outras artistas do meio e em diversos países como: Índia, Japão, Brasil, China, Indonésia, Israel e Emirados Árabes. Resta esperar para ver como será o resultado final. Será que passará nos cinemas ou virá direto para o DVD? Não importa. Basta assistir, sem pensar no formato.
Realmente o Iron Maiden não pára. O melhor de tudo é que eles voltarão em 2009 para mais shows na terrinha brazuca. Conforme anunciou Bruce Dickinson no show que o Iron Maiden fez em São Paulo em março deste ano, o Iron Maiden está programado para vir ao Brasil novamente - em março de 2009. Nenhuma data está definida ainda.
O ano de 2006 marcado por um lançamento de inéditas - A Matter of Life and Death - um pouco prog demais, na minha modesta opinião, mas que os fez retornar mais fortes do que nunca. Desde então, os "meninos" não pararam mais. Em meio tempo dos shows lotados por todo o mundo e perdas de guitarras, o vocalista Bruce Dickinson ainda teve tempo de ser um dos comandantes britânicos escalados pela companhia aérea Astraeus para buscar pessoas que ficaram presas em países em que faziam turismo por conta da falência da britânica XL.
Durante as turnês com o Iron, Dickinson pilota o Boeing 757 da banda, o Ed Force One. Veremos, novamente, Ed Force One pelos ares brasileiros. Nos resta saber qual será o tema da vez, já que o desse ano foi uma pintura toda especial para turnê do Somewhere Back in Time.
Agora, só me resta tentar comprar os ingressos em tempo.
Jamais, Jamais olhe para trás. Inclusive quando se sabe. Sabe? Sempre! Sabe-se que há sofrimento. Olhe ao menos uma vez; Uma última vez. Última vez para se lembrar, Lembrar dos erros Erros que não deverão ser cometidos Novamente. Jamais, Jamais os repita.
É difícil destacar-se num mercado saturado com tantos artistas e lançamentos de CDs. A banda Del-O-Max, de Campinas, encontrou uma fórmula de sobressair-se no meio da multidão. Lançou ano passado seu álbum mais recente, Too Hard, em formato de vinil – aqueles “bolachões” que dominaram o mercado fonográfico entre as décadas de 50 e 80. A banda resolveu arriscar ao notar que o número de consumidores em busca desse formato cresce no país e no mundo. Enquanto a tecnologia dos CDs perde espaço para os práticos aparelhos de MP3, observa-se, curiosamente, também um ressurgimento dos bolachões e das pick-ups em que eles são tocados. “O som da nossa banda tem esse lado meio retrô e o vinil parece completar aquela sonoridade que a gente estava querendo alcançar já faz tempo”, opina Guilherme Campos, guitarrista e vocalista da banda. Por via das dúvidas, o novo trabalho também foi lançado em MP3, para não discriminar os fãs. “É para quem quiser fazer download, ouvir e mostrar para os amigos”, diz Guilherme.
Mas como um formato tecnologicamente ultrapassado como o vinil, substituído pelo CD, pode voltar em plena era digital? Em parte graças aos DJs, que nunca abandonaram o formato. Os adoradores do bom e velho toca-discos também garantiram a sobrevivência desse grupo, mas o fato é que ele vêm ganhando novos adeptos. "O vinil virou um objeto de consumo atraente, ‘cool’, e teve seu charme recuperado. Enquanto o formato CD é cada vez mais questionado, o vinil manteve um público cativo", comenta o jornalista, músico e tradutor Ricardo Cruz. “Essa é uma das justificativas para o mercado de LPs estar em ascensão”. Em 2007, cerca de 1 milhão de “bolachões” foram vendidos apenas nos EUA, um crescimento de 36% nas vendas em relação ao ano anterior. No mesmo período, a queda nas vendas de CDs foi de 19%, segundo dados do Nielsen SoundScan, o sistema que reúne informações sobre o setor musical.
É possível achar lançamentos em vinil de bandas novas que vêm ganhando espaço, por exemplo, LCD SoundSystem e The Racounters, e também de artistas consagrados como Paul McCartney e Madonna, Foo Fighters e Coldplay. Ótimos relançamentos também estão pelas lojas; clássicos de Metallica a Abbey Road e Sgt. Peppers, dos Beatles, Blonde On Blonde, de Bob Dylan e Aladin Sane, de David Bowie, a Physical Graffit, do Led Zeppelin e muitos outros nostálgicos. O preço? Nas lojas brasileiras como Saraiva e Livraria Cultura, todos acima de 50 reais; já no site Amazon, a média varia de 12 a 50 dólares.
Charles Leitão, produtor musical e criador do Clube do Vinil em Campinas, também atribui o culto à sensação transmitida ao colocar a agulha sobre a bolacha preta e ouvir os artistas preferidos, com o som da época em que fora lançado. “O som do vinil é algo único”, diz Leitão. “Não consigo entrar nessa de internet, baixar as músicas e pronto. Essa coisa de você não sentir, de não conseguir pegar a música, é estranho. Eu sou da época em que se comprava vinil, se fazia coleção e havia estantes ocupando o espaço na sala só pra guardá-los. E ainda faço isso” afirma. "Você pode até baixar um disco inteiro pela internet, mas nunca terá uma contracapa autografada pelo seu guitarrista preferido, nem poderá vibrar de emoção quando encontrar aquele álbum raro dando sopa num sebo”, completa.
Em comum, muitos aficionados cultuam o ritual nostálgico de virar o disco na vitrola, apreciar as ilustrações e fotos das capas e, acredite se quiser, sentir o cheiro do pvc. No meio musical é possível encontrar histórias inusitadas como a que Maurício Struckel, guitarrista da Del-O-Max, presenciou na “banquinha” de discos que levam aos shows. ”Apareceu uma menina, pegou o disco, abriu e fez uma coisa inimaginável; começou a cheirá-lo com o maior prazer do mundo e dava para ler o lábio dela dizendo: ‘vinil, vinil!’ e continuou cheirando o disco (risos). É uma coisa que tem cheiro, que você pega”, diz.
O som emitido pelo clássico formato plástico é bastante característico. Os aficionados destacam o “chiadinho” ao fundo da música, um efeito de abafamento, que, segundo dizem, dá a sensação de a banda estar ao seu lado. Os apreciadores afirmam que, além da melhor qualidade sonora, o LP é um desafio certo ao músico. Como o vinil comporta apenas 10 ou 12 músicas, o artista tem de realmente selecionar o repertório escolhido para cada álbum. Um dos problemas do disco de vinil é a sua durabilidade. “A do CD é infinitamente melhor, pois, como não há atrito com agulha, a mídia não se deteriora como ocorre com o vinil e a fita magnética cassete”, ressalta Tomi Terahata, consultor de tecnologia musical e técnico de som na EM&T - Escola de Música e Tecnologia. “Mas os CDs deixam os graves menos envolventes e os agudos um pouco mais agressivos, estridentes”, afirma. Em meio ao debate sobre a fidelidade do CD comparada à do vinil, não deixa de ser irônico que ambas as mídias tenham sido superadas por um formato, o do MP3, baseado na compressão de arquivos digitais e na perda de qualidade sonora.
A venda de discos usados é um motor importante do mercado do vinil. A chama do LP é mantida acesa por meio do grande número de sebos, além de sites de vendas, como eBay e Mercado Livre. Usuários do eBay compram 6 discos de vinil a cada minuto, ou 3 milhões de discos ao ano. Uma média incrível para um formato “morto”, não? Existem várias lojas especializadas nas antigas bolachas. Nelas, é possível encontrar desde ofertas que não pesam tanto no bolso até raridades com preços estratosféricos. A Riva Rock Discos, em Campinas, trabalha há mais de sete anos no ramo dos discos, tanto os clássicos de vinil, na maioria de segunda mão, quanto os desacreditados CDs. “Vendo LPs para garotos de 10 anos a pessoas de 60. Todo mundo vem”, comenta Riva, que, por meio de sua loja, procura misturar os diversos estilos musicais como forma de acoplar as pessoas ao vasto e diversificado mundo da música. “A gente procura ter tudo sem discriminação; desde Jazz, do Blues mais primitivo até o Death Metal.” Foi Riva quem ajudou a banda Del-O-Max a amadurecer a idéia de lançar o novo trabalho em vinil. “Foi uma das melhores coisas que já fizemos”, diz. Riva tenta ajudar bandas que considera interessantes a gravarem demos e ainda produz eventos para a divulgação de artistas cultuados. “No rock, há muita injustiça. Muita gente foi esquecida e outras pessoas fizeram sucesso em cima deles. Então, a gente procura divulgar todos”, afirma. “A loja existe há sete anos e nesses setes anos estamos no vermelho. Mas mesmo assim tentamos ajudar”, comenta Riva, que atesta a qualidade da Del-O-Max: “Amizade a parte, a banda é boa!”
Del-O-Max:
- Guilherme Campos – Baixo e vocal
- Renato Henriques – Baixo
- Mauricio Struckel – Guitarra e vocal
- Alessandro Poeta Soave - Bateria
* Matéria produzida no primeiro semestre de 2008 - segundo ano de jornalismo.
Esse post será dedicado à nova música do fenômeno David Cook: Light On.
Se The Time of My Life foi considera uma bela música, só quero ver agora com o lançamento do primeiro single do álbum pós-Idol mais aguardado por tantos.
Primeiro single? E The Time...? Pois é, The Time... seria o primeiro single do novo CD, mas David Cook decidiu que não! Mais uma vez DC fez uma escolha ousada; a primeira foi na apresentação final do Idol quando decidiu trocar uma música que poderia ser repetida - Billie Jean - por uma nova, que eu considero simplemente ótima, Dream Big.
Acredito que The Time of My Life poderia ser colocada como uma bônus, caso alguém obrige DC a colocá-la no novo CD. No entanto, não é uma música necessária, concordo com David Cook. The Time é um marco; o início de uma nova fase para o músico. Do anonimato de Tulsa para o mundo. Dos bares aos estádios. De trabalhos bem elaborados com pouco orçamento para CDs megaproduzidos sem perder, esperamos, a essência. Essa fase possui até uma equação: The Time of My Life = Winning American Idol. Por conta disse, acho mais do que justo deixar essa música fora. Uma música feita pelo programa, para o programa e para lançamento.
Como o próprio Cook disse, o American Idol foi uma aprendizado, uma evolução, por isso não repete o que já fez. Tem que ser muito macho para fazer isso! E, agora com Light On a coisa continua a mesma, DC decidiu que a música não entraria! Lançou uma balada, com o perdão da palavra, roqueira na qual a letra é realmente muito bem elaborada, casando com uma melodia única e que fácil assimilação.
O novo single marca outra conquista na vida do cantor. Primeiramente a letra parece um fora em alguma mulher, mas, prestando mais um pouco de atenção, nota-se que é uma música pós vitória e caminhando para uma nova conquista. Indo para frente com sua fama e conquista e jamais esquecendo de seu passado: família, amigos, dificuldades; além de sempre poder contar com tudo que veio disso. Esse negócio de fora em mulher deixemos para Richie Kotzen!
Light On me deu esperanças para o novo CD. Com essa decisão de colocar uma música mais "pesada" que Time para um single, que, com certeza, tem que ser mais "pop" que as demais. Como fã, a minha maior vontade é ver um trabalho com cara David Cook, mais pesado, com letras profundas e com base, sem se auto-plagiar, nas músicas do primeiro CD solo e da Axium. Nada mais que o bom e velho rock n' roll, direto e sem frescura. Um trabalho estilo Analog Heart, não para conquistar público, mas para dizer o que está guardado.
Confira a letra e a música: LIGHT ON
Never really said too much Afraid it wouldn’t be enough Just try to keep my spirits up When there’s no point in grieving Doesn’t matter anyway Words could never make me stay Words will never take my place When you know I’m leaving
Try to leave a light on when I’m gone Something I rely on to get home One I can feel at night A naked light, a fire to keep me warm Try to leave a light on when I’m gone Even in the daylight, shine on And when it’s late at night you can look inside You won’t feel so alone
You know we’ve been down that road What seems a thousand times before My back to a closing door and my eyes to the seasons That roll out underneath my heels And you don’t know how bad it feels To leave the only one that I have ever believed in
Try to leave a light on when I’m gone Something I rely on to get home One I can feel at night A naked light, a fire to keep me warm Try to leave a light on when I’m gone Even in the daylight, shine on And when it’s late at night you can look inside You won’t feel so alone
Sometimes it feels like we’ve run out of luck When the signal keeps on breaking up When the wires cross in my brain You’ll start my heart again When I come along
Try to leave a light on when I’m gone Something I rely on to get home One I can feel at night A naked light, a fire to keep me warm Try to leave a light on when I’m gone Even in the daylight, shine on And when it’s late at night you can look inside You won’t feel so alone
Do G1: Foo Fighters anuncia "longa pausa" nas atividades
Líder da banda americana deu a notícia em entrevista à BBC. "Vamos voltar quando realmente sentirem a nossa falta."
Essa foi a notícia mais triste da semana, na minha modesta opinião. O Foo Fighters é uma das maiores e mais bem sucedidas bandas do mundo, além de ser uma das minhas preferidas. Mora, sim, no meu coração. Mas que idéia foi essa de parar? Tantas bandas que voltaram depois de um bom tempo "paradas". O Metallica, por exemplo, parou por 18 anos e só agora lançou um trabalho realmente à altura do álbum negro.
Dave Grohl só pode mesmo estar ficando louco. Echoes, Silence, Patience & Grace, último trabalho da banda, foi considerado um dos melhores álbuns, o mais maduro e o mais eclético do grupo. Agora me diz, por quê parar? A moda das bandas pararem para seguirem suas carreiras paralelas já passou. O Foo Fighters é, e agora era, uma das poucas bandas que conseguiam conciliar o projeto principal, o FF, das outras bandas de cada um dos integrantes. Por exemplo, Dave montou, ainda no período do Foo Fighters, o Probot, trabalho metal no qual o ex-Nirvana voltou às origens e destruiu na bateria, ao lado de grandes nomes da cena. Além de gravar um CD inteiro com o Queen of the Stone Age.
“Todos os anos nós vamos à Inglaterra, em todos os verões. É hora de fazer uma pausa e só voltar quando as pessoas realmente sentirem a nossa falta." Pois já sinto falta da banda, principalmente no Brasil. Desde o Rock in Rio - Brasil, claro - a banda não dá as caras na terrinha tupiniquim, um pecado. Simplesmente parem de ir à Inglaterra, apareçam em países jamais visitados; isso sim valeria. Garanto que um show do Foo Fighters em São Paulo lotaria com a maior facilidade do mundo, e com rapidez. Há um ano, ou dois, Chris Shiflett veio com sua banda ao Brasil. Qual a dificuldade de fazer o mesmo, agora com o FF? Gostaria de saber a explicação de Dave Grohl para não tocarem no Brasil, algo de muito ruim deve ter acontecido naquele Rock in Rio - do Rio.
Há algo por trás dessa pausa, não pode ser simplesmente falta de interesse dos fãs. Fã que é fã vai a todos os shows das bandas preferidas, mesmo que isso o leve à falência. Estranho, a banda ainda no auge da carreira, com CD quentinho, com novos clipes, músicas fazendo sucesso, ganhando prêmios; nada bate com nada. Simplesmente uma notícia triste para fãs brasileiros que guardavam alguma esperança no fundo do coração. Agora é torcer para que haja uma turnê de despedida, ou algo do tipo.
Mas pergunta que não quer calar é: "Qualé Dave Grohl?"